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Finanças

Grupo de brasileiros firma acordo de compra do Burger King por US$ 4 bi

O Burger King anunciou nesta manhã de quinta-feira um acordo com o fundo 3G Capital para venda de todas suas ações ordinárias por US$ 24, cada, ou um montante de US$ 4 bilhões, informou em comunicado oficial a rede de fast-food. A aquisição inclui o refinanciamento das dívidas da empresa. A transação deverá ser concluída no quarto trimestre deste ano.

O fundo multi-bilionário tem sede em Nova York e foi fundado pelos brasileiros Marcel Telles, Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira -- acionistas da ABInBev, maior cervejaria do mundo e que controla a AmBev.

Às 11h58 (horário de Brasília) a ação era comercializada por US$ 23,4 na Nyse (Bolsa de Nova York); 24% a mais do que o preço do fechamento de ontem, a US$ 18,86 por ação.

Em comunicado, o Burger King informou que o termo do acordo foi aprovado por unanimidade pelo Conselho de Administração da rede, e detalha que todas as ações ordinárias serão vendidas. O ágio obtido com a operação, de acordo com a companhia, será de 46% sobre o preço dos papeis -- antes afetados por rumores de mercado.

O acordo prevê que a 3G Capital compre, por meio de oferta pública, a totalidade das ações em circulação (listadas em Bolsa) da companhia.

Cerca de 31% das ações em circulação pertencem aos associados da TPG Capital LP, Goldman Sachs Capital Partners e Bain Capital Investors. O acordo celebrado informa que esse percentual será ofertado integralmente na venda.

Para a aquisição, a 3G Capital obteve financiamento direcionado à compra da totalidade das ações em circulação e para o refinanciamento das dívidas existentes.

Segundo o site institucional da 3G Capital, o fundo "tem foco em investimentos em ações de companhias bem geridas, fundamentalmente sólidas que estão sendo negociados com um desconto substancial de seu mercado", e de capital aberto.

No comunicado, Alex Behring, sócio da 3G Capital, justifica a aquisição por ser "o Burger King um ícone das marcas mundiais e com rede franqueada sólida, além de grande oferta de produtos [o que] tornar este [acordo] um ajuste perfeito para 3G Capital -- que tem um forte histórico de investimentos de longo prazo em relação às marcas globais de consumo e varejo".

DIFICULDADES

O Burger King negocia suas ações na Nyse (Bolsa de Nova York) desde 2006.

Em agosto, o Burger King projetou fraca demanda para o atual ano fiscal em meio à dificuldade de recuperação econômica e disse não estar certo sobre quanto os custos de matérias primas, como os da carne, impactariam a empresa.

A companhia afirmou que a alta taxa de desemprego nos EUA e os programas de austeridade na Europa afetariam as vendas nos restaurantes em operação há mais de um ano.

O Burger King, que concorre com o McDonald's, afirmou esperar que os preços de commodities nos EUA sejam fracos no ano fiscal de 2011, embora os custos de carne e trigo não estejam precisos.

A cadeia de fast-food opera hoje 12.150 restaurantes em 50 estados e em 75 países. De acordo com o Burger King, aproximadamente 90% de suas unidades são operadas por franqueados independentes.

fonte: folha.com

Doação de bilionários americanos pode ser só o começo

O compromisso firmado por 40 bilionários junto ao movimento "The Giving Pledge" é distribuir, no mínimo, 50% de suas fortunas

Na semana passada, teve enorme repercussão a notícia de que 40 bilionários americanos comprometeram-se a doar, ao menos, metade de suas fortunas a finalidades beneficentes. Eles atenderam ao pedido realizado em junho pelos dois homens mais ricos do país, Bill Gates (criador da Microsoft e dono de 53 bilhões de dólares) e Warren Buffet (lendário investidor americano e detentor de um patrimônio de 47 bilhões de dólares).

Segundo dados da Forbes, o patrimônio total destes 40 ricaços é de cerca de 240 bilhões de dólares. Na hipótese de eles se restringirem ao mínimo porcentual prometido (50%) na lista “The Giving Pledge”, os donativos totalizarão, portanto, 120 bilhões de dólares (veja o quadro abaixo).

Trata-se de um estoque de dinheiro que ainda não se sabe quando começará a ‘pingar’ nos cofres das instituições beneméritas. De qualquer maneira, a expressividade do valor é inegável mesmo para um país como os Estados Unidos, cuja tradição ‘de caridade’ já faz com a população doe 300 bilhões de dólares ao ano para obras assistenciais. Especialistas acreditam que o exemplo dos bilionários poderá ajudar a dobrar esse valor, com os americanos passando a doar 4% de sua renda anual, contra os 2% atuais. Trata-se de um exemplo ao Brasil.

Bilionários caridosos

fonte: Veja

INCC‐M registra variação de 0,52% em janeiro

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em janeiro, taxa de
variação de 0,52%, acima do resultado do mês anterior, de 0,20%. Nos últimos 12 meses,
o índice registrou variação acumulada de 3,49%. O INCC-M é calculado com base nos
preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. O índice
relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,44%. No mês
anterior, a taxa havia sido de 0,23%. No índice referente a Mão de Obra, registrou-se
variação de 0,60%. No mês de dezembro, a taxa foi de 0,16%.
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em janeiro, taxa de
variação de 0,52%, acima do resultado do mês anterior, de 0,20%. Nos últimos 12 meses,
o índice registrou variação acumulada de 3,49%. O INCC-M é calculado com base nos
preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. O índice
relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,44%. No mês
anterior, a taxa havia sido de 0,23%. No índice referente a Mão de Obra, registrou-se
variação de 0,60%. No mês de dezembro, a taxa foi de 0,16%.

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Fundadores do Google vendem 5,5 bilhões de dólares em ações da empresa

google fundadoresOs fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, anunciaram hoje que vão vender aproxidamente 10 milhões (ou 17%) de ações da empresa ao longo dos próximos cinco anos.

Com uma ação do Google valendo 550 dólares, eles terão 5,5 bilhões de dólares em dinheiro para gastar em iates e hotéis. Entrentato, eles estão perdendo o controle absoluto sobre o Google, pois a sua porcentagem de ações passarão de 59% para 48%.

Isto quer dizer que se os outros 52% dos acionistas se juntarem para tomar uma decisão que Page e Brin não gostam, não há nada que eles poderão fazer.

fonte: JT

Após três anos de prejuízos, AMD apresenta lucro de US$ 1,18 bilhão

amd_logoA Advanced Micro Devices encontrou lucratividade pela primeira vez em três anos neste último trimestre encerrado em 2009, beneficiando-se de um acordo jurídico com a Intel e de uma mudança em seu modelo de negócios, afirmou a fabricante de chips nesta quinta-feira (21/1).

A empresa informou ter alcançado uma receita líquida de 1,18 bilhão de dólares no trimestre encerrado em 26/12, uma melhora diante do prejuízo de 1,44 bilhão reportado no mesmo período de 2008. Os ganhos por ação foram de 1,52 dólar.

A receita da AMD para o 4.º trimestre foi de 1,65 bilhão, um ganho de 42% se comparado ao mesmo período do ano passado. A receita ultrapassou a estimativa dos analistas pesquisados pela Thomson Reuters, que esperavam uma receita de 1,5 bilhão.

Segundo a empresa, a receita foi resultado de um rico período de vendas, no Natal, de PCs que usam seus chips, e da demanda aquecida por suas placas gráficas Radeon. O 1,25 bilhão que a Intel pagou à AMD em novembro para encerrar uma disputa jurídica também ajudou. A AMD acusou a Intel de oferecer descontos que prejudicaram as tentativas da AMD de fechar negócios com fabricantes de PC.

As receitas com microprocessadores durante o trimestre foram de 1,2 bilhões, 14% a mais que no mesmo período do ano passado. A receita do segmento de placas gráficas foi de 427 milhões, 40% maior que o de 2008.

"Para a AMD, este trimestre representa outro marco em nossa transformação e sublinha nosso potencial crescente", disse o CEO e presidente da AMD, Dirk Meyer, em comunicado.

A AMD sofreu três anos de perdas consecutivas por falhar em lançar chips conforme planejado e, mais recentemente, por causa das vendas fracas de chips durante a recessão. A empresa também assumiu bilhões de dólares em encargos com a aquisição da empresa ATI em 2007.

Em um esforço para virar o jogo, a AMD vendeu ativos, cortou pessoal e se restabeleceu como uma empresa de projeto de chips, separando-se das fábricas de chips, que agora fazem parte de uma nova entidade chamada GlobalFoundries, da qual a AMD permanece como acionista minoritária.

(Agam Shah)
fonte: IDG Now

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